
Monsters Are Coming! chega ao Xbox Series X|S pelo Game Pass e entra também no plano Premium
O jogo não estreia agora: está no PC desde novembro de 2025. O que muda é a chegada ao Series X|S e à nuvem, e a presença no Game Pass Premium além do Ultimate e do PC Game Pass.
- CHEGADA AO CONSOLE
- 6 DE AGOSTO
- PLATAFORMAS
- SERIES X|S E NUVEM
- PLANOS
- PREMIUM, ULTIMATE, PC
- NO PC DESDE
- NOVEMBRO DE 2025
Monsters Are Coming! chegou ao Xbox Series X|S e à nuvem em 6 de agosto, e passou a constar também no Game Pass Premium, ao lado do Ultimate e do PC Game Pass. O anúncio veio no Xbox Wire assinado por Edouard Gaudel, diretor do jogo na Ludogram.
Vale separar duas coisas que a cobertura costuma juntar. O jogo não está estreando: ele saiu em 20 de novembro de 2025 no PC, via Steam, GOG e Game Pass. O que aconteceu esta semana foi a chegada à versão de console e a expansão de planos dentro da assinatura. Para quem já jogava no PC, é uma atualização; para quem tem só o console, é a primeira vez.
Cidade móvel, defesa e hordas definem Monsters Are Coming!
É um tower-survivor roguelite, categoria que praticamente não existia há três anos e hoje tem gente boa disputando espaço. Você defende uma cidade que não para de andar — ela avança rumo à Arca enquanto hordas tentam derrubá-la. Entre um abrigo e outro, você coleta madeira, pedra e ouro, compra distritos e decide onde encaixar torres, apoios e prefeituras.
O detalhe que dá identidade ao gênero aqui: a partida não acaba quando o herói cai. Ela acaba quando a cidade cai. O herói é uma peça de manutenção do sistema, não o sistema.
A versão brasileira tem interface e legendas em português do Brasil. Na loja Xbox o jogo custa US$ 8,99, e existe uma Corrupt Edition que soma o DLC Power Corrupts ao jogo base.
The Joker, a X-Fortress e desafios semanais chegam no mesmo dia
A chegada ao console não veio sozinha. O mesmo dia trouxe uma atualização com quatro adições relevantes:
- The Joker, herói novo. Começa a partida com uma arma aleatória e vai encontrando Joker's Tricks nos baús, que trocam armas equipadas ou dão bônus de status. É o oposto do arquétipo de build planejada — obriga a improvisar.
- The X-Fortress, prefeitura nova, construída em torno de adjacência e posicionamento. Prédios no centro afetam a cidade inteira, e quatro espaços especiais de torre disparam o efeito três vezes.
- Desafios semanais, com mapa, herói, prefeitura e modificadores fixos por semana e placar próprio, separado do global.
- Modificadores empilháveis, que agora somam ao placar final. Entre os novos: Inflation (preços da loja sobem a cada abrigo), Small Hangar (limite de pedra), Rage (monstros causam mais dano à cidade), Erosion (rerrolar custa percentual da vida da cidade) e Fracture (prédios ganham vida e podem ser destruídos temporariamente).
Há ainda um Codex acessível pelo menu de pausa e pelas telas de loja e de nível, explicando palavras-chave e sinergias na hora da decisão. É a adição menos vistosa e provavelmente a mais útil: jogo de build só é interessante quando o jogador entende por que a build funcionou.
Rock & Road saiu do nome, mas é o mesmo jogo
Listagens antigas e o endereço da página da Raw Fury tratam o jogo como Monsters are Coming! Rock & Road. A Steam e o anúncio da Xbox usam hoje apenas Monsters are Coming!, no mesmo registro da loja de novembro de 2025. É o mesmo jogo — quem procurar pelo subtítulo antigo vai chegar no lugar certo.
Do PC ao Xbox Series X|S: a expansão para consoles
Um roguelite de US$ 8,99 entrando no plano intermediário do Game Pass não muda o mercado, mas explica bem o que a Microsoft está fazendo com a divisão de planos que estreou este ano: o Premium recebe catálogo consolidado, com jogos que já provaram alguma coisa, enquanto o Ultimate segura os lançamentos de primeiro dia. Monsters Are Coming! passou nove meses no PC antes de descer um degrau de assinatura.
Para o assinante brasileiro, a leitura prática é direta — se você está no Premium e tem um Series X|S, apareceu um jogo de sessão curta e boa profundidade no catálogo, sem custo extra.


